"Este inferno de amar – como eu amo!
Quem mo pôs aqui n’alma… quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que é vida – e que a vida destrói.
Como é que se veio atear,
Quando – ai se há-de ela apagar?
Eu não sei, não me lembra: o passado,
A outra vida que dantes vivi
Era um sonho talvez… foi um sonho.
Em que a paz tão serena a dormi!
Oh! Que doce era aquele olhar…
Quem me veio, ai de mim! Despertar?
Só me lembra que um dia formoso
Eu passei… Dava o Sol tanta luz!
E os meus olhos que vagos giravam,
Em seus olhos ardentes os pus.
Que fez ela? Eu que fiz? Não o sei;
Mas nessa hora a viver comecei…
Por instinto se revela,
Eu no teu seio divino
Vim cumprir o meu destino...
Vim, que em ti só sei viver,
Só por ti posso morrer."
"Luis Vaz de Camões"
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sábado, 22 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Coração remendado
Neste meu pensar
De como me irão tratar
Eu vou pensando no até quando
E se irei acordar
Para nesta vida poder continuar
Não sei se ficarei
Como esperarei
Talvez sim talvez não
Só espero acordar
E que me dêem a mão
E que o meu Coração
Não me deixe na desilusão
José Vicente
De como me irão tratar
Eu vou pensando no até quando
E se irei acordar
Para nesta vida poder continuar
Não sei se ficarei
Como esperarei
Talvez sim talvez não
Só espero acordar
E que me dêem a mão
E que o meu Coração
Não me deixe na desilusão
José Vicente
TAL COMO O RIO
O rio que a terra absorve, sem nunca atingir o seu destino…
É assim também que, dia após dia, calma e serena, vou
Consumindo o tempo, com inveja do Sol, que todos os dias
(mas por pouco tempo) adormece por detrás do horizonte.
Assim eu adormecesse, um dia, o sono eterno,
Nos teus braços, mas antes de esse adormecer poder dizer
“ Foi pouco tempo, mas valeu a pena AMAR-TE"
Maria Josefina Melo 22 /9/ 2010
É assim também que, dia após dia, calma e serena, vou
Consumindo o tempo, com inveja do Sol, que todos os dias
(mas por pouco tempo) adormece por detrás do horizonte.
Assim eu adormecesse, um dia, o sono eterno,
Nos teus braços, mas antes de esse adormecer poder dizer
“ Foi pouco tempo, mas valeu a pena AMAR-TE"
Maria Josefina Melo 22 /9/ 2010
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
O meu livro preferido
O que eu lia e o que leio, que preferências! Alguém me perguntou qual foi o meu livro preferido?
Quando aprendi a ler, aí pelos meus oito anos de idade, eu tudo lia, desde que lhe pode-se chegar o olho em cima, desde livros de aventuras, como o “Mundo de aventuras o Tarzan, o Fantasma, Rex." Enfim por aí, fotonovelas, tudo até uma certa idade em que comecei a me interessar pelos bailaricos.
Depois de ter feito o serviço militar, aí já eu comecei a interessar-me por outro tipo de leitura, uma leitura mais clássica, dizendo melhor, menos infantil. Lia por exemplo, Honoré Balzac, Dumas, Pai e Filho, Camilo, Agata Crystie e outros mais, uma infinidade de livros que eu devorava pelo prazer da leitura. A certa altura pensei, então se eu gasto todos os meses dinheiro em livros, porque não fazer um curso por correspondência, assim fiz comecei a fazê-lo todos os meses recebia uma quantidade de livros técnicos, assim foi durante três anos, quando acabei o curso o gosto pela leitura, só que o tipo de livros mudou para livros técnicos de electrónica, assim tem sido até aos dias de hoje, incluindo também livros de informática, sobre hardware e software, agora depois de isto tudo resolvi também continuar a estudar, uma razão para isso, a maior de todas é de eu ter fome de aprender, a segunda é não ter muito tempo para me sentar no sofá, porque estou a ficar gordo, o que não me faz lá muito bem, por razões obvias.
Quanto ao meu livro preferido, é muito difícil para mim diferencia-lo, gostei de todos.
Este pequeno trecho da história da minha vida em como apreciador de leitura, é apenas um relembrar, em resumo das minhas preferências de leitura, ou livros preferidos.
José Vicente 23/12/2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Mais um ano escolar e força! E com sonhos!
Todos os anos lectivos se iniciam com esperança. É preciso que cada um de nós acredite, que sonhe. Depois de um dia de trabalho não é fácil sair de casa para se estudar, para aprender ou rever certas matérias. Estamos cansados, apetecia-nos ficar sentados em frente da televisão e do computador. Mas, se saímos de casa é porque temos objectivos, queremos fazer outras coisas na nossa vida, falar de outras coisas, pensar de outra maneira.
O poeta António Gedeão diria que o sonho comanda a vida. Em homenagem ao poeta e homem da ciência que faria anos hoje vamos acreditar que poderemos ter esperança neste país, pois só assim assim o mundo pula e avança. Foi assim que se inventou tudo o que ele descreve neste belo poema: Pedra Filosofal: (professora Ana Martins)
O poeta António Gedeão diria que o sonho comanda a vida. Em homenagem ao poeta e homem da ciência que faria anos hoje vamos acreditar que poderemos ter esperança neste país, pois só assim assim o mundo pula e avança. Foi assim que se inventou tudo o que ele descreve neste belo poema: Pedra Filosofal: (professora Ana Martins)
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
E um dos santos mais populares e o seu dia continua a ser comemorado ano após ano. Assam-se castanhas e bebe-se água-pé em sua homenagem, nos dias quentes de Novembro, aos quais se dá o nome de Verão de S. Martinho.
A FESTA DO SANTO GENEROSO
A 11 de Novembro é celebrado o dia de S. Martinho, data em que este santo foi enterrado num cemitério em Tours, França, no ano de 397.
S. Martinho foi durante toda a Idade Média o santo mais popular em França e é também um dos mais populares dos dias de hoje. A sua humildade e generosidade, aliadas à fama de milagreiro, fizeram dele um santo muito querido da população e, ainda hoje, o seu espírito de partilha é uma fonte de inspiração. O facto de o Dia de S. Martinho coincidir com o mês do ano em que se presta culto aos antepassados e com a altura do calendário rural em que terminam os trabalhos agrícolas e se começa a usufruir das colheitas leva a que a festa deste santo tenha toda uma componente de exuberância, que tende a prevalecer.
A generosidade de S. Martinho deu ainda origem a uma lenda. Conta a mesma que um cavaleiro romano, de nome Martinho, andava a fazer a ronda quando viu um velho mendigo, quase nu cheio de fome e frio. Como o dia estava chuvoso, o idoso estava encharcado e o cavaleiro sentiu necessidade de o ajudar. Então cortou a sua grossa capa ao meio, com a espada, e ofereceu metade ao mendigo, desaparecendo de seguida. Passado algum tempo, a chuva parou e surgiram os raios de sol. Talvez por isso, todos os anos, a sua festa é, normalmente, favorecida pelos dias quentes que surgem nesta altura, época à qual se dá o nome de Verão de S. Martinho.
SÃO MARTINHO NASCEU NO ANO DE 316, em Sabária (actual Hungria). O pai era soldado do Exército romano e deu-lhe uma educação cristã. Aos 15 anos Martinho foi para Itália e alistou-se no Exército romano, tornando-se, mais tarde, um grande general poderoso.
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